A Leishmaniose é uma doença muito perigosa que causa feridas graves no corpo humano. Neste artigo vamos explicar o que é Leishmaniose canina, o que é Leishmaniose tegumentar, o que Leishmaniose visceral e mostrar como se prevenir.

O que é Leishmaniose?

A Leishmaniose é caracterizada como uma doença infecciosa que apesar de ser grave, não é contagiosa entre os humanos. Esta doença é provocada pelos parasitas do gênero Leishmania, que vivem e se proliferam dentro das células do sistema imunológico do nosso corpo, os chamados macrófagos. A Leishmaniose é uma doença longa evolução, ou seja, ela pode durar desde alguns meses até um ano.

Leishmaniose: Quais as causas?

Esta doença é provocada pelo protozoário parasita Leishmania e a contaminação acontece pela picada do mosquitos-palha. Este parasita ataca e afeta consideravelmente o sistema imunológico, podendo evoluir para uma forma visceral que se não for tratada corretamente, pode ser fatal.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta doença é muito mais comum entre as pessoas dos países mais pobres do mundo, estando diretamente relacionada com a desnutrição, condições precárias de habitação e falta de saneamento básico.

O que é Leishmaniose? Sintomas de Leishmaniose.

Conheça as principais causas da Leishmaniose! Veja como se prevenir desta terrível doença.

Leishmaniose: Quais os tipos?

  • Leishmaniose Tegumentar – É caracterizada pela formação de feridas na pele, surgindo principalmente nas partes descobertas do corpo, e posteriormente podem surgir feridas também na boca, garganta e nas mucosas do nariz.
  • Leishmaniose Cutânea – Geralmente é uma única lesão ou são várias lesões na pele, que quase sempre são indolores. Normalmente são feridas pequenas com bordas vermelhas, que tendem à aumentar de tamanho e demoram bastante para cicatrizar.
  • Leishmaniose Visceral – É uma doença sistêmica que pode afetar principalmente o baço, a medula óssea e o fígado. Este tipo de Leishmaniose é muito mais frequente nas crianças de até dez anos.

Sintomas de Leishmaniose

Os sintomas da Leishmaniose surgem de 2 a 3 semanas depois da contaminação pela picada do flebótomo. Primeiro surge uma leve elevação da pele que fica avermelhada, depois vai aumentando até formar uma ferida que pode ter ou não secreção purulenta. As lesões também ser inflamatórias nas mucosas do nariz ou da boca. Os principais sintomas da Leishmaniose são:

  • Febre irregular
  • Inchaço na região do fígado
  • Anemia
  • Perda de peso
  • Indisposição
  • Inchaço na região do baço
  • Palidez da pele
  • Falta de apetite

Leishmaniose: Como tratar?

A Leishmaniose geralmente é tratada através de medicamentos que devem ser prescritos pelo médico depois de realizar exames e diagnosticar a doença. Você jamais deve se automedicar, porque os remédios para Leishmaniose possuem diversos efeitos colaterais!

Leishmaniose tem cura?

Quando a doença é tratada adequadamente ela pode ser curada completamente! Inclusive, várias pessoas com Leishmaniose cutânea se curam espontaneamente, ou seja, sem nenhum tratamento específico. Porém, existem vários casos onde as feridas voltam em poucos meses. Por isso, o mais recomendado é iniciar o tratamento adequado.

Leishmaniose: Como prevenir?

  • Evitar moradia em áreas próximas à mata
  • Fazer uma dedetização periódica
  • Evitar banhos em rio
  • Evitar banhos em lagoa
  • Usar repelente na pele em áreas próximas à mata
  • Usar telas nas janelas e portas

Outro cuidado muito importante é quanto à saúde do seu cão. A Leishmaniose canina é um problema muito grave, visto que o cão é o principal hospedeiro urbano da doença. Os veterinários alertam que as pessoas devem vacinar corretamente os animais de estimação, além de optar pelas coleiras com princípios ativos contra mosquitos e parasitas.

Caso você não saiba, a vacinação do cão contra a Leishmaniose deve se iniciar com 4 meses de idade. E uma nova dose da vacina deve ser aplicada anualmente, contando a partir da data da primeira dose.

Agora que você já sabe como se cuidar e prevenir desta doença, nos ajude a compartilhar estas importantes informações, principalmente para as pessoas que tem animal de estimação e talvez nem saiba destes riscos. Caso tenha ficado alguma dúvida ou sugestão, basta deixar nos comentários que iremos responder.

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